Passei um bom tempo sem querer escrever. Sinto necessidade de voltar ao diário de bordo porque pais idosos rendem boas histórias. Acreditem! Todo dia tem novidade.
Outro dia, meu pai esqueceu meu nome e o nome do meu irmão. Marquei, pela quarta ou quinta vez, a neurologista. Pensem na minha vergonha! Ele não queria fazer ressonância magnética. O esquecimento dele me ajudou. Dá outra vez, ele tinha topado, maaaasssss pegou COVID e foi internado no dia do exame.
A médica havia passado um ansiolítico para o esquecimento. Meu digníssimo pai fez o favor para que servia a medicação. Obrigada, Doutor Google (#sqn). A medicação era para ansiedade. Ele afirma categoricamente que isso não existe.
Da última vez, ela passou outro remédio. Perguntei:
- Está tomando?
- Não preciso.
Eu desisti da frase "eu não vou gritar". Em questão de segundos já estou alterada. Meu lugar no céu não está garantido porque dou boas gargalhadas com alguns acontecimentos da vida real!
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