Tenho mais consciência das grandes diferenças culturais no Brasil e em outros lugares devido à minha curiosidade sobre crimes reais.
No entanto, tem algo que me deixa de queixo caído: as investigações paranormais. Os sujeitos usam aparelhos para se comunicar com os mortos. Até certo ponto, é divertido assistir. Logo de cara, as sensações ruins são classificadas como demoníacas.
Brasileiro tenta resolver de outro jeito: dá uma passadinha em algum lugar que tenha passe. Euzinha creio que essas forças são reais. Tive uma experiência bastante interessante em Curitiba. Um dos meus melhores amigos estava de guia turístico e eu vi um lugar que parecia ter arte. Entramos e tinha uma única sala iluminada de forma agradável. Dentro, havia um canhão. Dei dois passos para frente. Meu amigo nem entrou, só disse: Nana, vamos embora. O que quer que fosse saiu de perto quando entramos em uma loja de artigos como cristais, velas, tarô, livros esotéricoe.
Também já senti uma energia pesada em um shopping da cidade (todo mundo sabe que pessoa se matavam ali). A região sempre foi um lugar que me dava e dá medo. Uma das minhas irmãs de alma tem os mesmos sentimentos.
Esses caçadores de fantasmas são... Não tenho a palavra certa. No Brasil, temos lugares mais limpos. Não é como se cada cidade do interior tenha um lugar medonho e assombrado.
Antes da pandemia, eu tinha o costume de ir a um centro tomar passe.
Lá, pedíamos paz para as nossas famílias e casas.
Acredito (isso sou eu)... Opinião mesmo. Creio que esse sincretismo religioso nos torna mais abertos para tratar uma energia em nossas casas ou, mesmo fantasmas (temos um de estimação em casa), com maior naturalidade. É super normal sentarmos para conversar com amigos e falar dessas situações sobrenaturais. Viva o Brasil e o brasileiro, que não acha tudo "coisa do demo".
A propósito, em Curitiba, teve uma situação bem divertida. Uma galeria com uma energia maravilhosa.
Eu e meu amigo entramos e vimos algumas freiras e que desapareceram. Fiquei tão intrigada e decidi entrar em contato com a loja. Descobri que o lugar já havia abrigado padres e as freiras eram reais. Apenas foram para um lugar que o público não tinha acesso.
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